Maria Teresa Horta: poesia (década de 1960) - Espelho Inicial • Tatuagem – In poesia de 61 • Cidadelas Submersas • Verão Coincidente • Amor Habitado • Candelabro • Jardim de Inverno • Cronista não é Recado, livro de Michelle Vasconcelos, Marlise Vaz Bridi (orgs.)

Maria Teresa Horta: poesia (década de 1960) - Espelho Inicial • Tatuagem – In poesia de 61 • Cidadelas Submersas • Verão Coincidente • Amor Habitado • Candelabro • Jardim de Inverno • Cronista não é Recado

Maria Teresa Horta: poesia (década de 1960) - Espelho Inicial • Tatuagem – In poesia de 61 • Cidadelas Submersas • Verão Coincidente • Amor Habitado • Candelabro • Jardim de Inverno • Cronista não é Recado
editora: LIBER ARS
Maria Teresa Horta inicia seu percurso literário no início da década de 60 do século passado e, sem interrupção, continua sua trajetória até os nossos dias, o que representa praticamente 60 anos de poesia e de ficção de uma qualidade irretocável, uma trajetória poucas vezes realizada na história da literatura com o vigor e rigor da que temos, como leitores e estudiosos, a alegria de presenciar. O fato de Maria Teresa Horta ser uma das poetisas e escritoras portuguesas de maior reconhecimento entre os brasileiros, apesar de ter, obviamente, toda sua obra escrita em Português (o que, em princ... [Leia mais]
Maria Teresa Horta: poesia (década de 1960) - Espelho Inicial • Tatuagem – In poesia de 61 • Cidadelas Submersas • Verão Coincidente • Amor Habitado • Candelabro • Jardim de Inverno • Cronista não é Recado, livro de Michelle Vasconcelos, Marlise Vaz Bridi (orgs.)
Descrição
Maria Teresa Horta inicia seu percurso literário no início da década de 60 do século passado e, sem interrupção, continua sua trajetória até os nossos dias, o que representa praticamente 60 anos de poesia e de ficção de uma qualidade irretocável, uma trajetória poucas vezes realizada na história da literatura com o vigor e rigor da que temos, como leitores e estudiosos, a alegria de presenciar. O fato de Maria Teresa Horta ser uma das poetisas e escritoras portuguesas de maior reconhecimento entre os brasileiros, apesar de ter, obviamente, toda sua obra escrita em Português (o que, em princípio, seria de acesso direto à nossa leitura), deixa-nos, entretanto, em grande dificuldade a cada volume de sua obra publicado em Portugal, uma vez que é sabida a dificuldade que temos, apesar da propalada irmandade entre nossos povos, de acesso aos livros portugueses por nós e dos brasileiros, por eles. A publicação dos volumes da obra inicialmente traz aos leitores a poesia de Maria Teresa Horta organizada por décadas, iniciando com a década de 1960. Os volumes de poesia são acompanhados de estudos realizados por especialistas brasileiros e portugueses de literatura portuguesa o que, sem dúvida, só amplia o interesse da nossa edição, que se configura como crítica. Este volume de abertura contempla a poesia da década de 1960, mais exatamente os títulos: Espelho Inicial (1960), Tatuagem (In Poesia de 61, 1961), Cidadelas Submersas (1961), Verão Coincidente (1962), Amor Habitado (1963), Candelabro (1964), Jardim de Inverno (1966) e Cronista não é recado (1967), e conta com os estudos de Ana Maria Domingues de Oliveira e de Luís Maffei, ambos estudiosos de poesia portuguesa, que em publicações anteriores se dedicaram à leitura da obra de Maria Teresa Horta. Resta ainda dizer que não podemos prometer a obra completa de Maria Teresa Horta: como incontáveis vezes já se falou, como uma espécie de provocação a todos nós, seus leitores, sempre restará o mistério das Novas Cartas Portuguesas que esperamos se mantenha como tal por muito tempo, já que Maria Teresa Horta e suas parceiras na publicação da obra – Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa – comprometeram-se jamais, em vida, revelar a autoria individual dos textos que compõem essa obra absolutamente importante para a história da literatura portuguesa e da própria História de Portugal.

Dados Técnicos
Páginas: 336
Peso: 515g
ISBN: 9788594591616