Descrição
O ensino de ofícios industriais e manufatureiros passou a ser defendido como um dos
meios de integração do proletariado na sociedade moderna, durante as primeiras décadas
do Brasil republicano. As escolas profissionais buscaram os jovens que tivessem vocação
e aptidão para os ofícios manuais. Passou-se à aprendizagem sistemática (ao
taylorismo), em substituição à aprendizagem espontânea (como o artesanato). O autor
analisa as iniciativas públicas e privadas, confessionais e laicas de criação de
instituições de ensino de ofícios, incluindo as que prepararam o caminho para as
atuais. Entre elas, as escolas ferroviárias paulistas, nas quais se encontram os
antecedentes do Senai; e as escolas federais de aprendizes artífices, matrizes dos
atuais Cefets. Juntamente com os títulos O ENSINO DE OFÍCIOS ARTESANAIS E
MANUFATUREIROS NO BRASIL ESCRAVOCRATA e O ENSINO PROFISSIONAL NA IRRADIAÇÃO DO
INDUSTRIALISMO, integra a trilogia do mesmo autor, Luiz Antônio Cunha, professor da
titular de Educação Brasileira da UFRJ. (Co-edição: Flacso)
Dados Técnicos
Páginas: 243
Peso: 400g
ISBN: 9788571396326