Caipora e outros conflitos ontológicos, livro de Mauro Almeida

Caipora e outros conflitos ontológicos

Caipora e outros conflitos ontológicos
R$ 101,00
preço de capa: R$ 119,00
economia de: R$ 18,00 (15%)
Frete Grátis
para pedidos acima de R$99,00 ou frete fixo de R$6,90 para todo o Brasil.
Parcele
sua compra em 3x de R$33,67 sem juros.
Apenas 1 em estoque.
editora: UBU EDITORA
Reunião dos principais ensaios do antropólogo Mauro W. B. Almeida, publicados entre 1998 e 2015. O livro pode ser dividido em duas partes: na primeira, o autor alça o campesinato a posição de destaque enquanto objeto de pesquisa antropológica e contesta o apagamento da figura do camponês, associando-a ao forte movimento dos sem-terras no Brasil. Em seguida, a atenção de Almeida se volta à luta dos seringueiros, que ele chama de “camponeses da floresta”. Para o autor, estes passaram da invisibilidade ao reconhecimento na década de 1980, obtendo a implantação das primeiras reservas extrativas... [Leia mais]
R$ 101,00
preço de capa: R$ 119,00
economia de: R$ 18,00 (15%)
Frete Grátis
para pedidos acima de R$99,00 ou frete fixo de R$6,90 para todo o Brasil.
Parcele
sua compra em 3x de R$33,67 sem juros.
Apenas 1 em estoque.
Caipora e outros conflitos ontológicos, livro de Mauro Almeida
Descrição
Reunião dos principais ensaios do antropólogo Mauro W. B. Almeida, publicados entre 1998 e 2015. O livro pode ser dividido em duas partes: na primeira, o autor alça o campesinato a posição de destaque enquanto objeto de pesquisa antropológica e contesta o apagamento da figura do camponês, associando-a ao forte movimento dos sem-terras no Brasil. Em seguida, a atenção de Almeida se volta à luta dos seringueiros, que ele chama de “camponeses da floresta”. Para o autor, estes passaram da invisibilidade ao reconhecimento na década de 1980, obtendo a implantação das primeiras reservas extrativas após o assassinato de Chico Mendes. O antropólogo se debruça sobre esse período de transição e as estratégias utilizadas por alguns líderes militantes para que ela fosse possível. Almeida ainda explora o conceito de “colocações florestais”, bem como o modo de vida desenvolvido nesses locais – há uma relação direta com a ideia de reserva extrativista proposta pelo movimento social dos seringueiros amazônicos na década de 1980.

Na segunda metade do livro, o autor desenvolve pontos de contato entre estruturalismo e matemática – área do conhecimento em que é autodidata. Aqui, o pensamento do antropólogo Claude Lévi-Strauss emerge em peso, principalmente no capítulo 7, “Simetria e entropia”, cuja recepção foi positiva entre matemáticos e o próprio Lévi-Strauss. Atenção considerável é despendida ainda sobre sua análise de mitos, com exemplos que incluem mitos do sudoeste amazônico, mostrando como, para esse pensador, reflexões indígenas produzidas por redes de narradores coletivos se transformam no tempo e no espaço. A partir dessa consideração, Almeida consegue dar um salto e explorar o conceito que chama de “matemática selvagem”.

Dados Técnicos
Páginas: 352
Peso: 400g
ISBN: 9788571260443