Peles braiadas: modos de ser Kalankó, livro de Alexandre Ferraz Herbetta

Peles braiadas: modos de ser Kalankó

editora: MASSANGANA
assunto:
Os Kalankó vivem no Alto Sertão alagoano, mais especificamente no município de Água Branca, a 304 km da capital, Maceió. E, desde o fim da década de 1990, afirmam-se publicamente indígenas. Reconhecidos pelo Estado como tal apenas em 2003. O novo lançamento da Editora Massangana, “Peles Braiadas: modos de ser Kalankó”, é um livro que discute, do ponto de vista desses ameríndios, o que é ser uma pessoa Kalankó. Originalmente uma tese de Doutorado em Antropologia pela PUC-SP, de Alexandre Ferraz Herbetta, a obra propõe reflexões sobre cultura e identidade indígenas. “Um dos objetivos centrais... [Leia mais]
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Descrição
Os Kalankó vivem no Alto Sertão alagoano, mais especificamente no município de Água Branca, a 304 km da capital, Maceió. E, desde o fim da década de 1990, afirmam-se publicamente indígenas. Reconhecidos pelo Estado como tal apenas em 2003. O novo lançamento da Editora Massangana, “Peles Braiadas: modos de ser Kalankó”, é um livro que discute, do ponto de vista desses ameríndios, o que é ser uma pessoa Kalankó. Originalmente uma tese de Doutorado em Antropologia pela PUC-SP, de Alexandre Ferraz Herbetta, a obra propõe reflexões sobre cultura e identidade indígenas. “Um dos objetivos centrais da pesquisa foi o de entender como se dá o processo de produção do universo cultural Kalankó, como eles operacionalizam uma série de elementos e sistemas culturais, constituindo suas relações entre eles mesmos, com outros povos indígenas da região, com outros povos indígenas do Brasil, com não indígenas e com o Estado-nação”, descreve o pesquisador. O autor se respalda nos estudos do antropólogo Claude Lévi-Strauss para debater esse sistema simbólico - que se vale da música - baseado no ritual do toré (dança indígena), um item fundante para a compreensão da identidade Kalankó. “O toré, com toda a sua complexidade, é, sem dúvida, um elemento central para a constituição dessas relações todas”, esclarece Herbetta. Utilizando como subsídio metodológico a etnografia, o pesquisador desenvolveu seu trabalho através de pesquisas de campo. Foram oito viagens, durante as quais realizou observações participantes, entrevistas estruturadas e semiestruturadas, enquetes, gravações da música Kalankó e anotações. Alexandre Ferraz Herbetta é doutor em Antropologia pela PUC-SP e atua nas linhas de “Etnologia Indígena” e “Arte e Artisticidade na América Latina e Caribe”. Atualmente, é professor adjunto da Universidade Federal de Goiás e atua no Curso de Licenciatura Intercultural: Núcleo Takinahaky e no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social.

Dados Técnicos
Páginas: 264
Peso: 473g
ISBN: 9788570196262