Arte de roubar, A, livro de Camándula , D. Dimas

Arte de roubar, A

editora: UNESP
Clássica e sarcástica, esta obra, escrita no século 19 pelo espanhol Pedro Felipe Monlau sob o pseudônimo D. Dimas Camándula, pode atravessar os próximos séculos sem perder uma linha de sua desconcertante atualidade. Afinal, trata de um tema que jamais saiu da berlinda em toda a história e parece revigorar-se a cada dia: a propensão humana ao roubo, que, para o autor, é inata e comum a todos os mortais. Ele provoca: “Que homem não haverá infringido sequer uma vez em sua vida o sétimo mandamento?”. Camándula esclarece, porém, que há duas categorias de ladrões – a de ladrões “normais” e a de ... [Leia mais]
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Descrição
Clássica e sarcástica, esta obra, escrita no século 19 pelo espanhol Pedro Felipe Monlau sob o pseudônimo D. Dimas Camándula, pode atravessar os próximos séculos sem perder uma linha de sua desconcertante atualidade. Afinal, trata de um tema que jamais saiu da berlinda em toda a história e parece revigorar-se a cada dia: a propensão humana ao roubo, que, para o autor, é inata e comum a todos os mortais. Ele provoca: “Que homem não haverá infringido sequer uma vez em sua vida o sétimo mandamento?”. Camándula esclarece, porém, que há duas categorias de ladrões – a de ladrões “normais” e a de ladrões “excepcionais”, informação fundamental para justificar a obra. Dirigido aos ladrões “normais”, os “homens de bem”, o livro apresenta-se como manual prático para ajudá-los a se prevenir da ação malévola do outro grupo. “A primeira de todas as precauções é estar muito atento e lembrar a todo instante de que todos somos ladrões , que a ocasião faz o ladrão ”, escreve o autor. Depois de expor suas intenções e situar o ambiente de roubalheira – a vida como um perpétuo combate entre ricos e pobres, entre os que têm e os que não têm -, Camándula passa a descrever toda sorte de roubos, golpes e golpistas, numa infindável galeria de tipos que ainda hoje assombram os ladrões “normais”. Na enorme lista, não faltam os furtos de livros, aqueles que, emprestados a amigos, jamais retornam. Estes, porém, foram elencados entre os “roubos decentes”. Camándula ainda defende o direito autoral, no caso o seu, estampando, antes do prólogo, uma advertência aos que eventualmente pretendessem reproduzir A arte de roubar sem autorização ou pagamento. Na conclusão do livro, porém, ele reproduz um artigo surrupiado. Algumas das citações do prólogo “A destreza é a causa próxima da vigarice.” (La Bruyère “Quem rouba em quadrilha é tão ladrão como quem rouba sozinho, e uma nação que faz uma guerra injusta não passa de uma grande quadrilha.” (Franklin) “Os homens são tão simples que aquele que quer enganar sempre encontra alguém que se deixa enganar.” (Maquiavel)

Dados Técnicos
Páginas: 228
Peso: 310g
ISBN: 9788539303694