A ausência que seremos, livro de Héctor Abad

A ausência que seremos


R$ 39,68
preço de capa: R$ 52,90
economia de: R$ 13,23 (25%)
   adicionar ao carrinho
assunto:
condição: Livro novo
prazo: Sob encomenda. Envio em 1 dia útil + frete (grátis nas compras acima de R$149 para todo o Brasil)
  • Meus documentos, livro de Alejandro Zambra

    Meus documentos

    Alejandro Zambra

    R$ 32,90
    R$ 26,32


  • Sangue no olho, livro de Lina Meruane

    Sangue no olho

    Lina Meruane

    R$ 34,90
    R$ 27,92


  • LAVOURA ARCAICA, livro de Raduan Nassar

    LAVOURA ARCAICA

    Raduan Nassar

    R$ 44,90
    R$ 33,68


  • UM COPO DE CÓLERA, livro de Raduan Nassar

    UM COPO DE CÓLERA

    Raduan Nassar

    R$ 37,90
    R$ 28,43


  • MEIO SOL AMARELO, livro de Chimamanda Ngozi Adichie

    MEIO SOL AMARELO

    Chimamanda Ngozi Adichie

    R$ 52,90
    R$ 39,68


  • Hibisco roxo, livro de Chimamanda Ngozi Adichie

    Hibisco roxo

    Chimamanda Ngozi Adichie

    R$ 44,90
    R$ 33,68


  • Sejamos todos feministas, livro de Chimamanda Ngozi Adichie, Cristina Baum

    Sejamos todos feministas

    Chimamanda Ngozi Adichie, Cristina Baum

    R$ 19,90
    R$ 14,93


Descrição
Tradução de Sérgio Molina e Rubia Prates Goldoni

A ausência que seremos é, antes de mais nada, a “biografia” escrita pelo filho do médico sanitarista colombiano Héctor Abad Gómez (1921-87), defensor de causas sociais e dos direitos humanos executado pelos esquadrões da morte que golpearam seu país nos anos 1980.

O título do livro provém do primeiro verso do soneto “Epitáfio”, atribuído a Jorge Luis Borges, que Héctor Abad filho encontrou no bolso do pai, pouco depois de seu assassinato: “Ya somos el olvido que seremos./ El polvo elemental que nos ignora/ y que fue el rojo Adán, y que es ahora,/ todos los hombres, y que no veremos”.

Mas este livro é muito mais que uma biografia. Seu fascínio e graça resultam da própria dificuldade de escrevê-lo, que levou seu autor a arrastar a tarefa por quase vinte anos. Uma tarefa árdua, em primeiro lugar, porque o personagem central é uma pessoa extremamente complexa. Um homem de fortes convicções, que conduziu sua batalha sanitarista com paixão missionária, mas que nunca abraçou nenhum dogmatismo, advogando acima de tudo pela liberdade de pensamento. Sua doutrina máxima era o “mesoísmo” filosófico, termo que ele cunhou para defender o meio-termo e a negociação; almejava a criação de um novo ramo da medicina, a poliatria, voltada não ao tratamento do corpo social, mas intervindo nas causas mais profundas de suas mazelas. Levado por essa crença, entregou-se de corpo e alma à luta em prol dos direitos humanos, denunciando incansavelmente as barbaridades praticadas pelos paramilitares, com a conivência das autoridades. Pacifista convicto, foi vitimado pela própria guerra suja que denunciava.

O desafio de retratar um homem irrepreensível sem resvalar no elogio exagerado é ainda mais árduo quando o retratista é nada menos que o próprio filho. Como o autor declara a certa altura, teria sido fácil para ele fazer uma Carta ao pai às avessas da kafkiana, onde em vez de medo haveria confiança; em vez de poder despótico, o diálogo tolerante. Consciente do risco do louvor excessivo, soube evitá-lo com maestria recriando a realidade em diversos planos, sob diversos olhares. Seu ponto de vista pessoal - como criança encantada pelo pai-herói, adolescente em conflito com o pai-coruja e adulto perplexo aos pés do pai-mártir - completa-se em contraponto com o do próprio protagonista, em trechos dos escritos que legou, somado ao de amigos, colegas e conhecidos, da viúva e das filhas, que emprestam sua voz para oferecer cada qual um ângulo particular. Nesse caleidoscópio coral cabem até os escritos de inimigos e desafetos, como os burocratas acadêmicos que o perseguiram na Universidade de Antioquia e o líder dos paramilitares que articulou sua execução.

Seu texto denso, carregado de dor e violência, traz também poesia e lances de fino humor, comprovando o refinamento da escrita de Héctor Abad.

Sobre o autor

Héctor Abad nasceu em 1958, em Medellín (Colômbia), e é jornalista, escritor, editor e tradutor. Nessa cidade cursou filosofia, medicina e jornalismo, mas formou-se em letras, pela Universidade de Turim. Publicou os romances Asuntos de un hidalgo disoluto (1994), Fragmentos de amor furtivo (1998), Basura (2000, prêmio Casa de América de Narrativa Inovadora, Espanha) e Angosta (2004, Prêmio Nacional de Melhor Romance Estrangeiro, China), além de Tratado de culinaria para mujeres tristes (1996), de gênero inclassificável, e dos livros de ensaios breves Palabras sueltas (2002) e Las formas de la pereza (2007).

Dados Técnicos
Peso: 360g
ISBN: 9788535918977


Tags: flip2011
Google Books Preview
Resenhas




A 30PorCento é uma livraria virtual cuja missão principal é potencializar, através dos livros, a renovação do pensamento crítico brasíleiro. Oferecemos livros com desconto em todo nosso catálogo.

Frete: além do Sedex e das entregas de Bicicleta, utilizamos também uma categoria especial e econômica para postagem de livros no correio chamada Impresso com Registro Módico, cujo preço é fixo, por peso, para qualquer cidade do Brasil.



Link para a revista literária O Benedito.

> 7LETRAS
> ALEPH
> ALFAGUARA
> AMARILYS
> ANNABLUME
> ATELIE
> AUTENTICA
> BEM-TE-VI
> BIBLIOTECA AZUL
> BLUCHER
> BOITEMPO
> CARAMBAIA
> COMPANHIA DAS LETRAS
> CORTEZ
> COSACNAIFY
> DISCURSO EDITORIAL
> EDIÇÕES LOYOLA
> EDIPRO
> EDITORA 34
> EDITORA UFRJ
> EDITORA UFV
> EDIÇÕES 70
> EDUEL
> EDUEM
> EDUERJ
> EDUSP
> ESTAÇÃO LIBERDADE
> EXPRESSÃO POPULAR
> GLOBAL
> HEDRA
> HUMANITAS
> ILUMINURAS
> INSTITUTO MOREIRA SALLES
> INSTITUTO PIAGET
> MANOLE
> MARTINS FONTES
> MERCADO DE LETRAS
> MUNDARÉU
> NOVA ALEXANDRIA
> NOVA FRONTEIRA
> MUSA
> OCTAVO
> PALAS ATHENA
> PAZ E TERRA
> PERSPECTIVA
> PONTES
> RADIO LONDRES
> SENAC
> SESC SP
> TINTA DA CHINA
> TODAVIA
> TORDESILHAS
> UBU EDITORA
> UNESP
> UNICAMP
> VOZES
> WMF MARTINS FONTES
> ZAHAR
+ editoras




Blog Não Gosto de Plágio - a polêmica do plágio de traduções literárias no Brasil, por Denise Bottmann