Diálogos sobre a Tecnologia do Cinema Brasileiro, livro de Paulo B. C. Schettino

Diálogos sobre a Tecnologia do Cinema Brasileiro

editora: ATELIE
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Em Diálogos sobre a Tecnologia do Cinema Brasileiro, Paulo B. C. Schettino inverte o foco cinematográfico ao voltar a "luz do Cinema" para esses trabalhadores discretos e suas variadas técnicas (moldadas nos grandes estúdios de filmagem e sob o impacto gradual de novas tecnologias), que acompanharam a ascensão da televisão como principal meio de comunicação de massa e novo mercado de trabalho. No lugar de traçar a história da técnica no cinema brasileiro, o autor pretende recuperar aqui, por meio de narrativas pessoais, o conhecimento técnico e histórico de profissionais que atuaram na c... [Leia mais]
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Descrição
Em Diálogos sobre a Tecnologia do Cinema Brasileiro, Paulo B. C. Schettino inverte o foco cinematográfico ao voltar a "luz do Cinema" para esses trabalhadores discretos e suas variadas técnicas (moldadas nos grandes estúdios de filmagem e sob o impacto gradual de novas tecnologias), que acompanharam a ascensão da televisão como principal meio de comunicação de massa e novo mercado de trabalho. No lugar de traçar a história da técnica no cinema brasileiro, o autor pretende recuperar aqui, por meio de narrativas pessoais, o conhecimento técnico e histórico de profissionais que atuaram na cena cinematográfica brasileira a partir da década de 50. Por meio de entrevistas, dá-se voz a pessoas das mais variadas áreas, entre elas, fotografia e câmera, argumento e roteiro, edição de imagem e de som, finalização e trucagem e laboratório e produção. Sob o signo da oralidade, as lembranças surgem fragmentadas, afetivas e comoventes, enlaçando a experiência com o papel social desses profissionais obstinados pela arte que produzem. A década de 50 foi um momento de grande efervescência para o cinema nacional, em que se buscava industrializá-lo por meio de grandes estúdios como Vera Cruz, Maristela e MultiFilmes. Mas o sonho não durou o bastante; endividados, tais estúdios não chegaram aos anos 60. Os trabalhadores tiveram então de migrar para a televisão ou para o cinema independente, aperfeiçoar a técnica, adaptar-se a novas tecnologias. Alguns tiveram sucesso nessa empreitada, outros não. Dar-lhes "prioridade de voz", diz Schettino, "facilitaria, e muito, as coisas para as gerações que os sucederão".Paulo Braz Clemencio Schettino, misto de cineasta e professor, leciona na Uniso - Universidade de Sorocaba, e na Facom - Faculdade de Comunicação da FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado.

Dados Técnicos
Peso: 617g
ISBN: 9788574803609