Crítica e Criação - Um Estudo da Kreisleriana Op. 16 de Robert Schumann, livro de Mónica Vermes

Crítica e Criação - Um Estudo da Kreisleriana Op. 16 de Robert Schumann

editora: ATELIE
Especialista em música do século XIX e nas suas relações com as demais artes, Mónica Vermes empreende um estudo instigante sobre a obra para piano de Robert Schumann (1810-1856) que pode ser considerada emblemática da estética do romantismo. Com estrutura labiríntica e especular, a Kreisleriana Op. 16, composta em 1838 e revista em 1850, foi inspirada no personagem Johannes Kreisler do escritor E.T.A. Hoffmann (1776-1822), este também um importante representante do movimento Romântico na Alemanha. Assim como Hoffmann, o músico Schumann também possuía uma sólida formação literária e exerceu ... [Leia mais]
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Descrição
Especialista em música do século XIX e nas suas relações com as demais artes, Mónica Vermes empreende um estudo instigante sobre a obra para piano de Robert Schumann (1810-1856) que pode ser considerada emblemática da estética do romantismo. Com estrutura labiríntica e especular, a Kreisleriana Op. 16, composta em 1838 e revista em 1850, foi inspirada no personagem Johannes Kreisler do escritor E.T.A. Hoffmann (1776-1822), este também um importante representante do movimento Romântico na Alemanha. Assim como Hoffmann, o músico Schumann também possuía uma sólida formação literária e exerceu a crítica musical com bastante êxito, tendo fundado com um grupo de amigos intelectuais, em 1834, uma revista sobre música, a Neue Zeitschrift für Musik. Explorando a relação entre música e literatura, a autora situa o intenso diálogo entre a composição de Schumann e o contexto de pensamento dos artistas e filósofos que lançaram os fundamentos do romantismo alemão, "procurando evidenciar a importância dessa peça como ponto de convergência da crítica e criação românticas". O ensaio de Mónica Vermes permite ainda compreender que o romantismo rompe com o preceito de ilusão estética consolidado no século XVIII, em que a obra musical, ou de arte, era vista como "um objeto fechado e acabado", passível de ser admirado por sua elegância e bom gosto. Essa ruptura, segundo a autora, se dá com "o exercício da ironia", que faz com que o artista exponha seu modo de fazer arte na própria realização da obra. Mónica Vermes é musicóloga e professora de História da Música na Universidade Federal do Espírito Santo. Realiza pesquisa sobre música do século XIX e suas correlações com a cultura e a sociedade, na Europa e no Brasil.

Dados Técnicos
Peso: 297g
ISBN: 9788574803548