Como funciona a ficção, livro de James Wood

Como funciona a ficção

editora: COSACNAIFY
Texto de orelha: Milton Hatoum

Apontado por intelectuais como Harold Bloom e Susan Sontag como um dos melhores críticos de sua geração, o inglês James Wood é publicado pela primeira vez no Brasil pela Cosac Naify. Notabilizado por seus ensaios na revista The New Yorker e professor de crítica literária na Universidade de Harvard, Wood aborda, numa prosa inteligente e aguçada, os mecanismos, procedimentos e efeitos da construção narrativa. A representação do real na literatura é o eixo central da análise de Wood, que questiona os limites entre artifício e verossimilhança na ficção.... [Leia mais]
Descrição
Texto de orelha: Milton Hatoum

Apontado por intelectuais como Harold Bloom e Susan Sontag como um dos melhores críticos de sua geração, o inglês James Wood é publicado pela primeira vez no Brasil pela Cosac Naify. Notabilizado por seus ensaios na revista The New Yorker e professor de crítica literária na Universidade de Harvard, Wood aborda, numa prosa inteligente e aguçada, os mecanismos, procedimentos e efeitos da construção narrativa. A representação do real na literatura é o eixo central da análise de Wood, que questiona os limites entre artifício e verossimilhança na ficção. Em dez capítulos, elementos fundamentais do texto ficcional são discutidos pelo autor: o personagem, o foco narrativo, o estilo.

A partir de vasto e diversificado repertório literário – de Henry James a Flaubert, de Tchekhov e Nabokov a Beatrix Potter e John le Carré –, este livro “perspicaz e cheio de achados”, nas palavras de Milton Hatoum, traz análises reveladoras e acessíveis mesmo àqueles que desconhecem os rudimentos da crítica literária. Referência fundamental para escritores em formação, professores de literatura, e todos que se interessem pelo mundo das letras.

Linkografia

Polêmica envolvendo a tradução desta obra: Como Engripa a Ficção, por Denise Bottmann.

Dados Técnicos
Peso: 360g
ISBN: 9788575039717
Resenhas
resenha:  Velha e bem-vinda lição, por Maria Célia Martirani [jornal rascunho]